domingo, 6 de abril de 2025

        

        Se estivesse vivo, Renato Russo completaria hoje 65 anos. No dia 27 de março de 1960, o Rio de Janeiro viu nascer um dos maiores nomes do rock nacional. Renato Russo foi vocalista, baixista e principal compositor da banda Legião Urbana, marcando gerações com suas letras profundas e contestadoras. Antes da fama, ele passou parte da infância nos EUA e, ao retornar ao Brasil, formou a banda Aborto Elétrico, embrião da Legião Urbana. Com o grupo, lançou nove álbuns e se tornou ícone do rock dos anos 80 e 90.​

        Além de seu trabalho com a Legião, Renato Russo lançou três discos solo, explorando influências do folk ao italiano. Canções como "Será", "Eduardo e Mônica" e "Faroeste Caboclo" transformaram a banda em uma das mais influentes do país, com uma legião de fãs que viam suas músicas quase como uma religião. Apesar do sucesso, Renato sempre rejeitou esse status messiânico. Sua trajetória foi interrompida precocemente em 11 de outubro de 1996, vítima de complicações da AIDS, mas seu legado permanece vivo na música brasileira.​

     

        No dia 4 de abril de 1968, uma das vozes mais poderosas pela igualdade e pelos direitos humanos foi silenciada com o assassinato de Martin Luther King Jr. O ativista e pastor protestante, que lutou contra o preconceito racial nos Estados Unidos, foi morto a tiros aos 39 anos, em Memphis, pouco antes de liderar uma marcha. James Earl Ray confessou o crime, mas, anos depois, negou sua confissão. King Jr. foi um grande defensor da resistência não violenta e se tornou um símbolo global na luta pelos direitos civis.​

​       Nascido em 15 de janeiro de 1929, em Atlanta, King Jr. se tornou o mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz em 1964. Seu discurso "Eu Tenho Um Sonho", pronunciado em 1963, continua a inspirar gerações. Em 1986, foi criado o Dia de Martin Luther King, comemorado na terceira segunda-feira de janeiro, e em 1993, o feriado foi celebrado em todos os estados dos EUA.​


Fonte:https://www.instagram.com/p/DIBiPi-Iq2S/?tm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

quinta-feira, 28 de março de 2013

Video de tragédia no Porto de Santana - AP

Fonte de vídeo: Canal TV Cidadão

Seis pessoas desapareceram na madrugada desta quinta-feira em um acidente no píer flutuante do Porto de Santana, no Rio Amazonas, a 20 quilômetros de Macapá.

As buscas estão sendo feitas por soldados do Corpo de Bombeiros do Amapá, informou a empresa Anglo American, operadora do porto. Três dos desaparecidos são funcionários da Anglo American e outros três, contratados pela empresa.

O píer é usado para o atracamento de navios que embarcam minério de ferro. Segundo a Anglo American, as informações iniciais apontam como causa do desmoronamento do píer um volume anormal de água no braço de rio onde está situado o porto. Em nota, a empresa informou que outros portos na região foram afetados.

De acordo com a empresa, o acidente causou a perda de equipamentos, como caminhões e guindastes, que foram "tragados pelo rio".

A Anglo American informou que as autoridades responsáveis foram acionadas de imediato, assim como as equipes de busca das pessoas desaparecidas.

"A empresa está tomando as providências necessárias para atendimento e apoio às famílias dos desaparecidos", diz a nota da empresa.
Fonte: AGÊNCIA BRASIL

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


A arqueóloga e antropóloga britânica Mary Leakey é a responsável pela descoberta do primeiro esqueleto de Proconsul, gênero de primatas que viveu há aproximadamente 22 milhões de anos. Hoje extintos, acredita-se que esses hominoides são ancestrais dos humanos. Ela dedicou grande parte de suas carreira a descobrir as ferramentas e fósseis de homínideos. Trabalhando na África durante muitos anos, desenvolveu um sistema de classificação de utensílios de pedra e, além de seu trabalho para revelar mais sobre a história dos humanos, também encontrou 15 novas espécies animais e um gênero até então desconhecido.
Filha de um pintor que viajava o mundo retratando paisagens, Mary Leakey desenvolveu gosto pela aventura logo cedo. Em 1925, aos 12 anos, começou a escavar uma caverna na França, onde sua família estava morando. Seu interesse pela pré-história foi desperto, e ela passou a colecionar as ferramentas que encontrava, criando seu primeiro sistema de classificação. Por parte de mãe, Leakey era prima de um arqueólogo.
Mary Leakey também fazia ilustrações dos objetos que encontrava. Em 1932, seu trabalho chamou a atenção da famosa arqueóloga Gertrude Caton–Thompson, que a convidou para acompanhá-la em suas jornadas. Como artista e arqueóloga amadora, a britânica participou de expedições; em uma delas, conheceu Louis Leakey, naturalista que precisava de uma ilustradora. Enquanto trabalhavam juntos, eles se apaixonaram e mantiveram um romance, apesar de Louis estar casado à época.
Louis e Mary Leakey tiveram três filhos ao longo da década de 1940. Os garotos passaram a maior parte da infância em sítios arqueológicos. Os Leakeys faziam escavações e explorações como uma família. Em 1960, ela se tornou diretora de escavações na garganta de Olduvai, na África. Com a morte do marido, em 1972, Mary e os três filhos mantiveram vivo o interesse pela arqueologia, criando uma tradição na área como a família Leakey.
 Fonte: Google

Fortaleza de São José


A construção da Fortaleza de São José de Macapá foi autorizada no reinado de D. José I (Julho/1750 - Fevereiro/1777), que teve como primeiro ministro, o Marquês de Pombal, um representante do despotismo esclarecido.
Pela sua grandiosidade esta Fortaleza, configura o particular interesse geopolítico lusitano em garantir o domínio sobre as terras conquistadas com base no Tratado de Madri - Janeiro 1750, entre Portugal e Espanha, por onde se definiu os limites fronteiriço ao norte da colônia brasileira.
Administrada diretamente pela Capitania do Grão-Pará e Maranho, a obra foi iniciada em 29 de junho de 1764. No mesmo ponto em que anteriormente se construíram os redutos de 1738 e 1761, veio a Fortaleza ser erguida estrategicamente na foz, pela margem esquerda do rio Amazonas, onde exerceria as funções de: impedir por esta via, a entrada de navios invasores; defender, abrigando no seu interior, os moradores da vila de São José de Macapá, caso sofressem ameaça de assédio; servir como base para o reabastecimento de um exército aliado; refugiá-lo na situação deste bater em retirada; servir como ponte de contra-ataque do inimigo; elo de comunicação e vigilância entre as demais fortificações espalhadas pelo interior e fronteiras; assegurar a exploração dos produtos regionais (droga do sertão), e seu exclusivo comércio com a metrópole; manutenção da ordem soberana de Portugal na região. E comporia também uma cadeia de fortificações distribuídas ao longo do rio Amazonas e afluente visando proteção das incursões que estabeleciam comércio do escravo africano com o ouro do Peru. Contudo a Fortaleza de São José de Macapá nunca entrou em combate, realizando parte de suas funções estratégicas. Foi a Segunda comisso demarcadora de limites da Amazônia, ocupada com o levantamento das potencialidades econômicas regionais, quem recebeu através do governador da Capitania do Grão-Pará, a ordem imperial do planejamento de fortificação para Macapá.
Em seguida, a comisso composta de homens ilustres como: Joo Geraldo Gronfelds, Henrique Joo Wilkens, Domingos Sambucetti, Antônio José Landi, e dos astrônomos, Joo Brunelli e Miguel Antônio Clero, coordenados por Henrique Antônio Galúcio, estudaram os Tratados sobre Fortificações, de Manuel Azevedo Fortes. E com adaptações à realidade local, materializando arquitetonicamente a Fortaleza de São José de Macapá, como um complexo fortificado composto de núcleo cercado externamente por outros elementos construtivos, de reforço à defesa. Todavia, por falta de recursos, esta majestosa obra no chegou a ser completamente acabada, e por isso as fases posteriores de abandono levaram ao arruinamento e o consequente desaparecimento de alguns pontos mais vulneráveis.
Internamente, o núcleo (Praça Principal) tem a configuração de um quadrado com quatro baluartes pentagonais nos vértices, o que permitiria o cruzamento de fogo sobre o inimigo, detalhe este marcado pela influência da engenharia francesa do século XVII, com bases defensivas da guerra de posição expressada no 8º modelo do construtor Sebastién de Le Prestes, Marquês de Vauban, exemplo destacado da obra de Manuel Azevedo Fortes. E no interior deste quadrado se encontra uma praça rebaixada com um esgotadouro de águas pluviais no centro, nas laterais, oito prédios destinados ao aquartelamento disposto dois a dois. Limitam esta área rasa, a conformação de terraplenos elevados, que interligam na mesma altura, os baluartes; e sob os terraplenos sul e leste, existem respectivamente, dois conjuntos de casamatas, com doze unidades cada. Externamente, de imediato, temos o fosso seco, que no projeto original contornava toda a Praça Principal, porém, hoje restando apenas na parte Sul e a Oeste. Ao Sul, do fosso seco passar em frente do porto principal, temos o Revelim, também contornado por este fosso. O Revelim ligava-se à Esplanada por passarela de madeira e ao porto principal, através de uma ponte de madeira fixa, com parte dela elevadiça, acessórios estes, desaparecidos. Ao Norte, no projeto original, além do fosso seco, existiria outro Revelim acompanhando na sua frente de um fosso hídrico; elementos que também sofreram desaparecimento. A Leste, além do fosso seco, existiria duas Baterias Baixas que com o tempo também desapareceram da leitura aparente.
Com a morte de D. José I, assumiu o trono sua filha D. Maria I que por questões políticas, exonera e persegue Marquês de Pombal. Imediatamente, deixa de investir na construção da Fortaleza de São José de Macapá, sob alegação de ser onerosa para a Coroa, o que a paralisa, e a cinco anos depois, mesmo estando Inacabada, foi inaugurada em 19 de março de 1782. Nos dezoito anos de trabalhos na construção, muitas vidas foram consumidas, entre as duas classes de mão-de-obra: a mão-de-obra livre, representada pelos oficiais, e soldados do exército, capatazes e mestres de ofício; e a mão-de-obra compulsória, representada em seu maior contingente por Indígenas capturados oficialmente na região, seguida pelos negros africanos comprados pelo governo da capitania. Sendo ambas propriedade do Estado, que devido ao regime de trabalho forçado, e submetidas à exploração, mesmo com o assalariamento, representou escravidão.
Os trabalhos distribuíram-se nos principais núcleos de produção como pedreiras: na extração e beneficiamento das pedras naturais (lavagem e cantariaço); nas usinas de cal: base para mistura na formação da argamassa (cal, areia, água, argila e quanto ao elemento óleo, no se tem comprovação da sua presença); nas olarias: que produziam tijolos e telhas; no transporte: carreteiro, canoeiro, e remeiro; além de outros serviços complementares ao levantamento da construção período colonial ao Brasil Império, a Fortaleza de São José de Macapá foi ocupada e utilizada por pelotões das respectivas guardas, portuguesa e Imperial, atendendo aos interesses estratégicos. Porém, com o advento da Proclamação da República em 1889, e a participação do Brasil na conjuntura Internacional da economia de mercado, a Fortaleza gradativamente perde sua função principal e entra num processo de total abandono, situação esta que permitiu o saque de vários objetos como artefatos de guerra, canhões, pedras e tijolos, etc. e pelo início do nosso século o Serviço de Sinalização Náutica do Canal Barra Norte - Marinha do Brasil, assenta uma torre com farolete sobre o Baluarte Nossa Senhora da Conceição, visando facilitar a navegação nesta embocadura. Muito embora, algumas vezes a Fortaleza estivera sujeita aos serviços de capina por ordem de intendentes do município de Macapá, mas o longo período de abandono estende-se até 1946, quando na Fortaleza se instalou o Comando da Guarda Territorial (policia ostensiva) órgão do recém criado Territorial Federal do Amapá (1943). E para tal efetivação, este Comando realizou grandes serviços, como a reposição dos telhados arruinados de quatro prédios e da Casa de Órgão; confecção em madeira, de janelas, portas e portões, reutilizando peças originais como dobradiças, ferrolhos e cravos, por ali encontrados sob os escombros; capina (interna e externa), além de retirada dos arbustos dentre as pedras das muralhas, assim como a eliminação de frondosas árvores crescidas nos Terraplenos cujas raízes impactaram os tetos abobadados das casamatas, provocando seríssimas; restaurações de vários pontos degradados, como a substituição de tijoleiras dos pisos, muretas e rampas de acesso; desobstrução dos mais aparentes Canais de Drenagem das Águas Pluviais; Confecção em madeira das carretas que servem de bases para os canhões. Sabendo que todo este trabalho no teve o devido acompanhamento técnico em restauração, mas é reconhecida a competência que tiveram em realizá-lo ao buscarem aproximação com a realidade original, representando desta forma, uma vertente do processo de restauração.
A ocupação e utilização deste Monumento Histórico pelo Governo do Território do Amapá, revitalizado e destacando sua importância e o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional - IPHAN, se interessa procedendo o Tombamento sob o Processo nº 423/T/50, inscrição nº 269 do livro de Tombo Histórico em 22 de março de 1950. Se tem notícias que uma comisso nomeada pelo Governo Territorial em 08 de julho de 1950, procedeu o levantamento e Tombamento de todos os bens da Fortaleza, embora que contraditoriamente neste período, dentro da área do entorno ponto Oeste na esplanada ocorreram levantamentos de prédios públicos e particulares. Enquanto o governo aceleradamente construía a Colônia Penal do Beirol, nos arredores da cidade de Macapá, o espaço da Fortaleza serviu provisoriamente como hospedagem a famílias imigrantes que chegavam a Macapá, e de Cadeia Pública aos presos da Justiça sob vigilância da guarda Territorial.
Posteriormente, o Governo cedeu o espaço para que funcionassem também instituições como a Imprensa Oficial; o Exército, representado no pelotão do 26º BC - Tiro de guerra 130; e para o Museu Territorial. Transformando a Fortaleza de São José de Macapá, num centro sociocultural e de lazer, onde se comemoravam datas cívicas nacionais e locais, com salvas de tiros pela alvorada, desfiles escolares e festas dançantes - uma importante referência Histórico-Social para a comunidade macapaense.Com o Regime de Força implantado pelos militares em março de 64 no Brasil, o Governo do Território Federal do Amapá, determinou que somente o Comando da Guarda permanecesse na Fortaleza, quanto às demais instituições, foram transferidas para outros prédios do Governo. Diante do Regime de Força a sociedade amapaense testemunha o recolhimento de intelectuais e trabalhadores na Fortaleza como presos políticos.
E neste período de ditadura militar foi permitido a instalação do Clube Social do Circulo Militar na área de entorno imediato da Fortaleza - ponto Leste, sobre onde originalmente foram construídas duas Baterias Baixas. Em 1975, a Guarda Territorial e transformada em Polícia Militar, sendo logo instalada em prédio próprio, permanecendo na Fortaleza apenas o Pelotão da Banda de Música desta Corporação que, além das atividades de ensaios passou a realizar um serviço de guarnição no Forte. Enquanto sua limpeza e conservação permanecia mantida pelo Governo Territorial.
Em 1979, a Delegacia do Serviço do Patrimônio da União - DSPU, concede a cesso da Fortaleza ao Governo do Território Federal do Amapá, através de um Termo de Entrega para fins de preservação, neste sentido só realizados alguns serviços emergenciais no monumento, mas sem o devido acompanhamento técnico em restauração. Destaca-se que o Termo de Entrega referido deveria ser ratificado em dois anos, o que no ocorreu. Mesmo assim, o Governo do Território continuou executando os serviços visando à preservação e a conservação do Patrimônio Histórico.
Neste período ocorre a retirada pelo Governo Federal da torre com sinalizador náutico do Baluarte de Nossa Senhora da Conceição, sob orientação do IPHAN. E, também, a contratação dos renomeados arquitetos Pedro e Dora Alcântara para a elaboração do projeto de restauração da Fortaleza de São José de Macapá, que conclui as etapas de pesquisa iconografia e documental.
Nos anos 80, a Secretaria de Educação e Cultura do Território Federal do Amapá, cria o Departamento de Aço Complementar - DAC, onde a Fortaleza de São José de Macapá foi vinculada através da Seção de Patrimônio e Arquivo Histórico. Em seguida, o DAC foi transformado em Departamento de Cultura - DC, que destina para funcionar no espaço interno do monumento, a Diviso Fortaleza de São José de Macapá, contemplando a Seção de Preservação e Conservação, num reconhecimento da sua importância para a sociedade.
Em 1989, o Governo Territorial, contratou a empresa DPJ Arquitetos Associados, para a elaboração do Projeto de Restauração e Revitalização da Fortaleza, com base na pesquisa realizada por Pedro e Dora Alcântara.
Em 1990, foi entregue o projeto da área interna, e em 1991, o projeto da área externa, trabalhos que contaram com o apoio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos - SOSP (atual Secretaria de Infraestrutura - SEINF), assim como nas etapas finais, o projeto de urbanização e prospecção arqueológica externa.
O Território Federal do Amapá transformado em Estado com base na Constituição de 1988, tem a sua estrutura administrativa modificada e posteriormente, o Departamento de Cultura da Secretaria de Educação é extinto para ser criada e instalada a Fundação de Cultura do Estado do Amapá - FUNDECAP, que mantém no seu organograma à Diviso Fortaleza de São José de Macapá.
 Texto: Hermano Araújo – Historiador
Fonte: Agência Amapá




quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

"CACTO GIGANTE" DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DO CURIAÚ

Foto: Márcio Batista - Esse cacto está localizado na Comunidade do Curiaú


A palavra "cacto" deriva, pela América, a partir do grego antigo κάκτος ( kaktos ), um nome usado originalmente para uma planta espinhosa cuja identidade não é certo. Cactos são nativas das Américas, que vão desde Patagônia , no sul de partes do oeste do Canadá , no norte, exceto para Rhipsalis baccifera , que também cresce na África e no Sri Lanka
Foto: Marcio Batista
 Segundo a moradora do imóvel ela trouxe de Macapá e plantou em seu quintal há quase 20 anos. O tamanho dessa planta chama atenção de quem passa pela Rodovia do Curiaú (AP 70).

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Naufrágio do Barco Novo Amapá

foto: Edgar Rodrigues

 Há 31 anos os amapaenses recebiam as notícias de que um barco havia virado no Rio Cajari, a caminho do município de Laranjal do Jarí. Dois dias depois começavam a chegar os primeiros corpos e só aí se percebeu o tamanho da tragédia.
O Barco Novo Amapá tinha 25 metros de comprimento. Poderia transportar até meia tonelada, mas naquele dia levava quase uma tonelada entre bagagens, engradados de bebidas, dois carros e outros produtos.
Além disso, desatracou do porto de Santana com 696 passageiros a bordo. A sobrecarga e o peso mal distribuídos contribuíram para a gravidade do acidente.
“Na hora que o navio virou eu ouvi gritos de socorro, mas como estava muito escuro não era possível ver ninguém. Eu consegui nadar até a margem do rio onde já estavam outras pessoas”, conta o comerciante José Góes, um dos poucos sobreviventes do naufrágio.
A superlotação da embarcação, que tinha capacidade para transportar 400 pessoas, resultou na maior tragédia fluvial da Amazônia. Com o naufrágio do Novo Amapá, 378 pessoas morreram. Trezentas e trinta e três estão enterradas em uma cova coletiva no cemitério de Santana.
A maioria dos corpos resgatados, após o acidente, foram sepultados no Cemitério Santa Maria. Na administração existe uma placa com os nomes de 333 vítimas. A impunidade, o abandono do caso e a falta de serviços no cemitério também causam sofrimento.
Até agora ninguém foi indenizado pela morte dos familiares no acidente. Em março de 1996, o Governo do Estado sancionou uma lei para a construção de um memorial em homenagem às vítimas do naufrágio. Quase 16 anos depois nada foi feito.
Fonte: Portal Amazononia

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Desastre Ambiental na Reserva Federal do Lago do Piratuba


O incêndio iniciou no dia 19/10, na margem oeste do Lago do Mutuco, situado na porção meridional da Reserva Biológica do Lago Piratuba. A equipe de brigadistas da reserva iniciou o combate no dia 20/10, montando acampamento num local mais próximo do incidente. O incêndio se propaga por via subterrânea, devido à camada de turfa que forma o solo, e seu controle é feito com abertura de trincheiras


Descrição do Evento

Foto: Márcio Batista-SETUR/AP
O fogo, segundo técnicos do ICMBio, teve origem criminosa, com indícios de intencionalidade por parte de pescadores, em retaliação às atividades de fiscalização realizadas durante o ano. O trabalho com a brigada da reserva teve que ser interrompido devido ao avanço rápido do fogo e à dificuldade de acesso à área queimada, em função do baixo nível de água dos lagos. A equipe gestora solicitou apoio aéreo de helicóptero para apoiar no combate. Foi realizado um sobrevoo de avião na área no dia 23/10, onde se verificou que a área queimada ultrapassava 2 mil hectares, e avançava para áreas criticas e de difícil acesso. Diante da dificuldade em obter apoio imediato de helicóptero, o incêndio tomou proporções acima da capacidade operacional da equipe de brigadistas do ICMBio, e a Defesa Civil foi comunicada no dia 24/10. No dia 26/10, o Governador do Estado decretou situação de emergência, e começaram as articulações para apoio com combatentes e de apoio aéreo. Outro sobrevoo de avião foi realizado no dia 31/10, onde se observou que o fogo havia reduzido um pouco a velocidade.
No dia 01/11, o IBAMA deslocou um helicóptero para prestar apoio ao combate. Foi realizado um sobrevoo na área no dia 02/11 para atualização da situação. Estimou-se a área queimada em mais de 6 mil hectares. Foi identificado mais um incêndio próximo, que avançava rumo ao anterior. Isso aumentou a dificuldade de se fazer uma linha de controle.
 Fonte: www.defesa civil-ap.com.br


Desastre Ambiental


Queimada no Lago do Piratuba

Foto: Defesa Civil-AP


Após a queimada no Lago do Piratuba
Foto: Defesa Civil-AP


O"fim do mundo": arqueólogo explica calendário e erro.


Para Orlando Casares, arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH), o "fim do mundo" é resultado de um erro histórico de interpretação. Casares que foi curador de uma mostra que tentava mostrar o erro, diz em entrevista de 2011 que os maias não tinham uma concepção de fim do mundo, mas sim de ciclos.
Casares explica o complicado funcionamento do calendário maia - que contava, inclusive, dois anos. Para o especialista, o problema não esta na arqueologia, mas em erros, "propositais ou não", de interpretação de objetos achados.
O prognóstico maia do fim do mundo foi um erro histórico de interpretação, segundo revela o conteúdo da exposição. O arqueólogo explicou que a base da medição do tempo desta antiga cultura era a observação dos astros.
Eles se baseavam, por exemplo, nos movimentos cíclicos do sol, da lua e de Vênus, e assim mediam suas eras, que tinham um princípio e um final. "Para os maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica", explicou Casares, que esclareceu: "A era conta com 5.125 dias, quando esta acaba, começa outra nova, o que não significa que irão acontecer catástrofes; só os fatos cotidianos, que podem ser bons ou maus, voltam a se repetir".
Para não deixar dúvidas, a exposição do Museu do Ouro explica o elaborado sistema de medição temporal desta civilização. "Um ano dos maias se dividia em duas partes: um calendário chamado ''Haab'' que falava das atividades cotidianas, agricultura, práticas cerimoniais e domésticas, de 365 dias; e outro menor, o ''Tzolkin'', de 260 dias, que regia a vida ritualística", acrescentou Casares.
A mistura de ambos os calendários permitia que os cidadãos se organizassem. Desta forma, por exemplo, o agricultor podia semear, mas sabia que tinha que preparar outras festividades de suas deidades, ou seja, "não podiam separar o religioso do cotidiano".
Ambos os calendários formavam a Roda Calendárica, cujo ciclo era de 52 anos, ou seja, o tempo que os dois demoravam a coincidir no mesmo dia.
Para calcular períodos maiores utilizavam a Conta Longa, dividida em várias unidades de tempo, das quais a mais importante é o "baktun" (período de 144 mil dias); na maioria das cidades 13 "baktunes" constituíam uma era e, segundo seus cálculos, em 22 de dezembro de 2012 termina a presente.
Com esta explicação querem demonstrar que o rebuliço espalhado pelo mundo sobre a previsão dos maias não está baseado em descobertas arqueológicas, mas em erros, "propositais ou não", de interpretação dos objetos achados desta civilização.
De fato, uma das peças-chave da mostra é o hieróglifo 6 de Tortuguero, que faz referência ao fim da quinta era, a atual, neste dezembro, a qual se refere à vinda de Bolon Yocte (deidade maia), mas a imagem está deteriorada e não se sabe com que intenção.
A mostra exibida em Bogotá apresenta 96 peças vindas do Museu Regional Palácio Cantão de Mérida (México), onde se pode ver, além de calendários, vestimentas cerimoniais, animais do zodíaco e explicações sobre a escritura.
Para a diretora do Museu do Ouro de Bogotá, Maria Alicia Uribe, a exibição desta mostra sobre a civilização maia serve para comparar e aprender sobre a vida pré-colombiana no continente. "Interessa-nos de alguma maneira comparar nosso passado com o de outras regiões do mundo", ressaltou Maria sobre esta importante coleção de arte e documentário.
Fonte: Notícia Terra

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Amazontech 2012: gestores de Turismo da região Amazônica assinam Carta do Amapá



Aconteceu nesta quinta-feira, 15, no Monumento Marco Zero do Equador, o "Encontro com os Gestores de Turismo da Amazônia Legal". O evento faz parte da programação do Amazontech 2012, uma realização do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Governo do Estado do Amapá (GEA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Universidade Federal do Amapá (Unifap), com apoio da CAIXA e Sudam.
Com o tema "Transportes na Amazônia Legal como instrumento de Desenvolvimento Regional", os gestores dos estados convidados e representantes do segmento do Amapá discutiram propostas, planos e ações de sustentabilidade para desenvolver, fomentar e fortalecer o turismo na região Amazônica.
Entre as pautas debatidas na mesa redonda, os transportes aeroviário, náutico e rodoviário tiveram destaque. O titular da Secretaria de Turismo do Amapá (Setur), Sandro Bello, frisou que o tema transporte para o desenvolvimento do turismo é fundamental para todo o processo de incremento da atividade turística.
"Estamos realizando esse encontro debatendo os principais gargalos do turismo amapaense e dos estados que fazem parte da Amazônia. Essa discussão faz parte de um avanço para a atividade, pois sairemos daqui com a Carta do Amapá assinada com propostas e resoluções que serão entregues para a presidente Dilma Rousseff. Esperamos respostas positivas para alavancar o setor", disse.
Durante o evento, gestores deram continuidade ao debate com sugestões para captação de recursos, fortalecimento dos organismos de planejamento e o fomento a investimentos públicos e privados, visando à melhoria da qualidade ambiental e de vida da população dos estados envolvidos.
O secretário de Turismo do Amapá e o representante da Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap), Wellington Góes, pontuaram os avanços da questão rodoviária no Estado. "O governo estadual está fazendo sua parte. Temos os progressos visíveis na estruturação das vias rodoviárias, como a BR-156, pois já entramos na fase de asfaltamento, assim como também nas novas linhas aeroviárias que já estão operando em Macapá por um preço acessível. Pois fizemos intervenção direta para que essa linha operasse na região", afirmou o técnico da Setrap.
A discussão mostra que o Amapá tem despertado o interesse no âmbito nacional e internacional de empresas, profissionais de diversas áreas e pessoas que adotam o Estado como sua terra natal. "Um dos fatores que contribuem para colocar o interesse mútuo da sociedade, é que o Amapá é dotado de riquezas naturais como minérios, madeira, pesca e ainda é o mais preservado do Brasil com 78% de sua área protegida. Dessa forma, o governo estadual está investindo em infraestrutura para que a cidade cresça também turisticamente", ressaltou o Sandro Bello.
Segundo o secretário de Estado da Indústria e Comércio de Tocantins, Paulo Massuia, que recentemente assumiu a pasta de Turismo do Estado, esse fórum é um eco de integração para se discutir a Amazônia. "Essa é uma oportunidade de debater questões fundamentais como logística, que interfere fortemente na indústria, comércio e no próprio setor de turismo", disse.
O presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens do Amapá (Abav), Elenilton Marques da Silva, acredita que toda a região Amazônica vive um momento positivo de crescimento e o Amapá faz parte deste circuito. "O que tem movimentado a atividade turística é a realização de grandes eventos, pois o turismo de negócios também é fomentado", relatou.
Carta do Amapá
Ao final encontro, os secretários de Turismo do Amapá, Sandro Bello; secretário-adjunto do Pará, Álvaro do Espírito Santo; superintendente de Turismo de Rondônia, Basílio Leandro Pereira; secretária de Desenvolvimento de Turismo de Mato Grosso, Aparecida Maria Borges Bezerra e o secretário de Turismo de Tocantins, Paulo Massuia, leram e assinaram a "Carta do Amapá", que será entregue para a presidente Dilma Rousseff.
Algumas das propostas contidas na Carta do Amapá
Integração entre os estados da Amazônia Legal; integração de turismo náutico para se trabalhar de forma conjunta; reivindicações para a Comissão de Turismo e Desporto da Câmara Federal, Senado, Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores com relação às questões específicas de transportes aéreo, rodoviário e náutico.
Além dos gestores da Amazônia Legal, participaram do encontro representantes da Infraero, Marinha, presidente da Companhia das Docas de Santana e empresas do setor de transporte.

FONTE: Lilian Monteiro. AGENCIA AMAPÁ. 

domingo, 11 de novembro de 2012



O Complexo Meio do Mundo, onde será realizada a 8ª edição do Amazontech, é um prognóstico da grandiosidade do evento que vai iniciar nesta terça-feira, 13 de novembro. O espaço, de 43 mil m², que integra o Monumento Marco Zero do Equador, Escola Sambódromo de Artes Populares e Cidade do Samba, foi visitado neste sábado, 10, pelo superintendente do Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/AP), João Alvarenga, governador do Amapá, Camilo Capiberibe, vice-reitor da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Antônio Filocreão, diretor da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silas Mochiuthi, e suas equipes técnicas.

"A estrutura é fantástica. Aqui vai acontecer o maior evento de negócios já realizado no Estado, de empreendedorismo e de debates de sustentabilidade. Além de tudo, transformou a nossa Cidade do Samba em um verdadeiro centro de convenções, indicando que temos possibilidade para receber grandes eventos. Estou muito animado com o que eu vi, o Amapá será destaque, e com isso todos irão ganhar. Os parceiros estão de parabéns, vai ser um belíssimo evento", disse o governador Camilo Capiberibe.

A montagem da estrutura no Complexo comprova que Macapá pode se tornar ponto para eventos deste porte. A privilegiada localização, no meio do mundo, os monumentos emblemáticos, incluindo ainda o estádio Zerão, a união de órgãos e entidades que formam a parceria e o objetivo e histórico do Amazontech, são considerados pelos organizadores como receita de sucesso. "Todos estão empenhados para que o evento seja o melhor, as secretarias de Estado estão trabalhando desde a logística para que os visitantes se encantem pelo Amapá", afirmou o assessor especial do gabinete do governador, Kelson Vaz.

O Amapá é o oitavo Estado a sediar o evento. O Sebrae segue um calendário em que todos os estados da Amazônia Legal realizam o Amazontech, o primeiro foi em Boa Vista (RR) e, o próximo, em 2013, acontecerá em Porto Velho (RO), encerrando o ciclo das nove capitais. "É um evento itinerante e cada Sebrae tem a responsabilidade de realizar sempre o melhor em seu estado. Ele foi criado para preencher a carência de discussões sobre inovação e tecnologia, mas ele evoluiu e hoje discute problemas da Amazônia. É o ambiente que nós, da Amazônia, temos para apresentarmos e buscarmos soluções para os nossos problemas", relatou o superintendente do Sebrae/AP, João Carlos Alvarenga.

O investimento do Governo do Amapá, de R$ 1 milhão, foi o maior já aportado por um governo estadual. O retorno poderá ser visto durante os cinco dias de evento e com o resultado apurado no encerramento. Mais de 60 expositores dos estados estarão presentes com a perspectiva de atrair cerca de 30 mil visitantes e gerar 4 mil empregos entre diretos e indiretos. Além da programação de exposições, palestras, rodadas de negócios, treinamentos e cursos, estão programados grandes encontros, como os Fóruns de Governadores da Amazônia, o de Secretários Estaduais de Ciência e Tecnologia, de Secretários de Meio Ambiente, da Fundação de Amparo às Pesquisas, os encontros de Gestores de Turismo da Amazônia, o de Negócios Sustentáveis, entre outros.

Um dos espaços mais aguardados para visitação é a Vitrine de Tecnologias da Embrapa, onde o público terá arte, pesquisa, educação e meio ambiente. Na vitrine, no formato da Fortaleza de São José de Macapá, Marco Zero, tambor de marabaixo e grafismo Maracá/Cunani, diversas plantas são cultivadas.
Amendoim, girassol, hortaliças, arroz, banana, leguminosas e tanques com espécies vivas de peixes, camarão e tracajá, formam os desenhos dos símbolos do Amapá. Um mirante foi montado para facilitar a visualização. O diretor da Embrapa faz o convite. "É uma vitrine, um jardim que vale  apena ser visitado. Estamos convidando todos para compartilharem conhecimento e tecnologia conosco", finalizou Silas Mochiuthi.
O Amazontech 2012 acontecerá no período de 13 a 17 de novembro, e é uma realização do Sebrae, Governo do Amapá, Unifap e Embrapa, com o apoio da CAIXA e Sudam.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


AMAZONTECH

O AMAZONTECH teve sua primeira versão, no ano de 2001, no Estado de Roraima, através de iniciativa das unidades do Sistema Sebrae, situadas na Amazônia Legal       e em parceria com a EMBRAPA e Universidades da Amazônia, abrindo as portas para a discussão de um modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia, com foco na inovação tecnológica e na ciência empresarial.

Desde então o projeto vem sendo realizado com êxito, angariando importantes conquistas para os negócios de pequeno porte, com fundamento na inovação tecnológica, levando para a mesa de discussão projetos, temas, inovações e soluções interessantes para a Amazônia.

Nessa trajetória, o Sistema Sebrae e parceiros continuaram promovendo discussões construtivas a respeito do desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal, buscando uma sinergia para a construção de rumos seguros, principalmente para os negócios de pequeno porte, razão maior de ser do Sebrae em todo o território nacional, fazendo com que o AMAZONTECH acontecesse em 2002 no Estado do Acre; em 2003 no Estado do
Amazonas; em 2004 no Estado do Mato Grosso e em 2006 no Estado do Pará; em 2008
no Estado do Maranhão e, sua última versão em 2011, no Estado de Tocantins.
O QUE É O AMAZONTECH¿

O AMAZONTECH é um Programa do SEBRAE desenvolvido pelos Governos dos Estados da Amazônia Legal, SEBRAE Nacional, Universidades Amazônicas, EMBRAPA e outros parceiros institucionais, para disseminação da inovação e tecnologia junto aos negócios que operam no ambiente amazônico, em abordagem sistêmica que inclui estratégias de mercado, políticas públicas, responsabilidade sócio-ambiental e educação, com o propósito de assegurar competitividade e sustentabilidade.

Uma compreensão profunda do “sonho” que traduz a essência do propósito e a percepção clara da filosofia do AMAZONTECH remete à constatação de que todo o esforço de mobilização de energias dos segmentos representativos da sociedade da Amazônia é um meio para atingir objetivos mais amplos, corajosos e plenos de significado. Em última instância, o Projeto AMAZONTECH visa, à semelhança de algumas outras iniciativas meritórias e de vulto, contribuir para a mobilização dos atores sociais da Amazônia em prol da integração de propósitos e esforços direcionados para a construção de modelo de desenvolvimento fundamentado nas vocações sócio-econômicas e ambientais da Região.

QUAL O OBJETIVO¿

Promover a cultura da inovação, a difusão e transferência de conhecimentos científicos e tecnológicos coerentes com a sustentabilidade do bioma amazônico, com a finalidade de gerar negócios sustentáveis e capazes de conquistar mercados, construindo pilares para o planejamento e o desenvolvimento harmônico da região e fomentando a geração de emprego e renda.

AÇÕES

O que consiste e qual o objetivo de cada ação?

As ações que constituem a programação do AMAZONTECH são os meios que viabilizam e concretizam o evento, tornando-o visível, eficiente, eficaz e efetivo junto ao seu público-alvo. Com sua abrangência regional, nacional e internacional, o AMAZONTECH é um programa de dimensões científica, tecnológica e educativa, objetivando o desenvolvimento sustentável e o uso de tecnologias para a melhor utilização dos recursos naturais renováveis da Amazônia, como fator gerador de renda, emprego e melhorias de processos produtivos, incrementando um maior nível de competitividade às organizações produtivas da região.
Para atender ao seu objetivo, o AMAZONTECH será empreendido da seguinte forma:

Exposição de produtos, serviços e tecnologias
A Exposição de Produtos, Serviços e Tecnologias é composta pela Exposição de Tecnologia e Inovação e pela Exposição Mercadológica, que possuem o objetivo de mostrar inovações, produtos, serviços e tecnologias, que representam soluções para o desenvolvimento econômico sustentável da região, bem como apresentar seu potencial produtivo, no propósito de despertar o interesse econômico de investidores e empreendedores.

A Exposição de Tecnologia e Inovação é composta pela:
Ø  Exposição de Instituições de Ciência e Tecnologia – ICTs
Ø  Exposição de Protótipos
Ø  Vitrine Tecnológica de Produtos Vivos
Ø  Exposição Multimídia

A Exposição Mercadológica é composta pelo:
Ø  Portal dos Estados
Ø  Empório Artesanal Amazônico
Ø  Exposição Empresarial

Rodada de Negócios
Encontro de Negócios em Ciência e Tecnologia
Palestras e oficinas
Cozinha experimental
Eventos Estratégicos – As Grandes Causas da Amazônia

PÚBLICO ALVO-VISITANTE:

Empresários interessados em ampliar ou diversificar seus negócios;Empreendedores de qualquer faixa etária, urbanos e rurais e potenciais candidatos a empresários;Dirigentes de entidades de representação empresarial interessados no desenvolvimento sustentável;Pessoas que buscam complementação de renda;Profissionais liberais;Estudantes de cursos profissionalizantes de nível médio;Dirigentes e profissionais de instituições públicas e privadas, ligadas à Ciência e Tecnologia;Pesquisadores, técnicos e extensionistas;Comunidade científica, inclusive integrantes da academia (docentes e discentes);Instituições de ensino e professores;Políticos, etc.
Público alvo-expositor:

Empresas detentoras de produtos, processos e serviços que portunizem a utilização empresarial de novas tecnologias e a criação de novos negócios;Indústrias de máquinas de pequeno porte que proporcionem a constituição de novas unidades produtivas;Franqueadores de pequeno porte;Inventores em busca de parceria empresarial;Licenciadores de marcas interessadas em novas parcerias;Instituições nacionais e internacionais ligadas à produção e fomento da ciência e tecnologia voltadas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia;Instituições de apoio à criação de empresas;Órgãos de registro;Agentes financeiros;Agentes de capacitação de mão de obra;Parceiros.

Eventos a serem realizados simultaneamente, que atendem a necessidades, demandas e expectativas de grupos de diferentes interesses na Amazônia Legal, vinculados as convergência entre diretrizes e eixos temáticos.


Fórum de Governadores da Amazônia
Fórum de Parlamentares da Amazônia - Senadores e Deputados
Fórum da Associação de Universidades Amazônicas – Unamaz
Fórum Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia – Consecti
Fórum Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa – Confap
Fórum Pan-Amazônico dos Negócios Sustentáveis
Fórum de Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal
Encontro de Procuradores de Justiça
Encontro de Gestores de Turismo da Região Norte.

Fonte: SEBRAE/AP

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

EQUINÓCIO DA PRIMAVERA 2012


O equinócio de setembro marcou o início do outono no hemisfério norte e a primavera no hemisfério sul, aqui materializado no momento em que o sol fica posicionado no obelisco do Monumento Marco Zero, que este ano aconteceu no sábado do dia 22, às 11h49.

O projeto “Equinócio da Primavera – Astronomia no Meio do Mundo” desenvolveu diversas atividades como: A Escola vai ao Meio do Mundo; Projeto Cia Viva de Teatro; Projeto Sescciência de Vídeos Cientificos; Projeto Astronomia do Meio no Mundo; Projeto Red Bull Latitude Zero; e Projeto IV Fest Jeep e Experimentos científicos apresentados pelos acadêmicos do Curso de Física e Geografia da UNIFAP, Planetário da UEPA e Planetário de São Paulo.

fotos:SETUR





Planetário Móvel de São Paulo
Alunos do Projeto a "Escola vai ao Meio do Mundo" 
Stand de Geografia - UNIFAP 
Experimento de Geografia - UNIFAP 
Telescópio da UEPA
Robô Prateado do Planetário Móvel
Experimentos de - UNIFAP

Sala do SESCCIÊNCIA